O retorno do caracol à sua concha alienação e desalienação em cooperativas e associações de trabalhadores (3a edição)

Henrique Tahan Novaes

Preço normal R$ 35,00

Nota da 3ª edição

 

Nota da 1ª e 2ª edições

 

1 – As bases sócio-históricas do socialismo autogestionário: a contribuição de István Mészáros

 

2 - Qual autogestão?

 

3 - A participação do trabalhador na fábrica: contrastes entre as propostas do modelo japonês e as propostas autogestionárias

 

4 - Lições do debate entre os defensores da estatização sob controle operário e da autogestão

 

5 - As forças produtivas e a transição ao socialismo: contrastando as concepções de Paul Singer e István Mészáros

 

6 - Uma pedra protossocialista num colar pró-capital financeiro: notas sobre a política pública de Economia Solidária no governo Lula

 

7- Para onde vão as Fábricas Recuperadas?

 

Referências

 

Sobre o autor

 

O conjunto de ensaios de Henrique Tahan Novaes (alguns deles em conjunto com M. Sardá, R. Dagnino e P. Lima Filho) nos aporta uma ousadia: assinalar as contradições no campo da Autogestão e da Economia Solidária no Brasil. Assim, define uma “Vertente Socialista da Economia Solidária” no país.

No 1º capítulo -  seu “fio condutor" - Novaes analisa as ideias de I. Mészáros sobre o Socialismo Autogestionário. Contrapõe as ideias de Mészáros as de Paul Singer. Aprofunda o debate entre Controle Operário, Estatização e Autogestão.

No campo das Fábricas Recuperadas, numa linha de radicalidade da Autogestão, reivindica o tema da "Alienação do Trabalho" como central.

Enfim, um livro fundamental para construção de uma Teoria da Autogestão.

Claudio Nascimento

 

La presente contribución de Henrique Tahan Novaes, “O retorno do caracol à sua concha: alienação y desalienação em cooperativas e associações de trabalhadores”, evidencia su incansable búsqueda por comprender el contexto de la autogestión en perspectiva histórica, al rescate de su sentido emancipador.

Partiendo del enfoque Marxista, y en particular del concepto de “alienación” de Iván Mészáros, Novaes y sus colaboradores realizan un recorrido por las derivas de los procesos de autogestión de los trabajadores en el escenario latinoamericano,  procurando interpretar, reconocer y comprender sus sentidos, discutiendo con colegas sobre los enfoques y rumbos del cooperativismo popular y la autogestión.

Partiendo del supuesto de que las cooperativas tienden a degenerarse en un contexto capitalista, propone salidas, marcos de representación desde un “socialismo autogestionario”.  En ese escenario, debate sobre las empresas de autogestión, las que denomina “anfibios embrionarios”, una proto-forma de resistencia, de reproducción de “socialismo autogestionario”.

El libro, es un material valioso, una contribución teórico-conceptual, para recrear y procrear debates, en las distintas búsquedas y respuestas para la superación del capitalismo.

Diego Barrios (UdelaR – Uruguay)

 

Tamanho: 14,8x21cm

210 páginas

Ano de lançamento: 2019 / 3a edição